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Oi gente!

O primeiro post do L³ (Live, like and love HAHA) fala sobre um autor que sou VI-CI-A-DA: Nicholas Sparks. Todo mundo que realmente me conhece sabe o quanto sou apaixonada por ele! *Escrevi esse texto gigante há algumas semanas atrás, queria ter postado logo mas o blog demorou pra ficar pronto.*

Diferente de outros blogs, que na maioria das vezes colocam uma sinopse do livro e fazem uma resenha elaborada, eu decidi fazer uma escala de preferência, algumas considerações e um comentário mais breve, sem muita formalidade, escrito pelo ponto de vista de uma leitora fã que sou, do melhor escritor que já li.

No Brasil foram publicados esses livros de uns anos pra cá, alguns mais antigos eu não tenho porque é difícil encontrar (Uma Carta de Amor, Uma Curva na Estrada, O Resgate), não são mais vendidos nas livrarias. Enfim, e desses 12 acima eu já li 9, faltando apenas: 

'O Casamento' (Continuação de Diário de Uma Paixão), li metade e parei porque lançou ‘Um Porto Seguro’.

'À Primeira Vista' (Continuação de O Milagre), que comprei há 3 dias.

'Noites de Tormenta', que já tenho há 1 ano mas não tive tempo nem muita empolgação pra ler.

Agora falando dos que eu já li, separei numa escala decrescente, começando pelos que mais gostei e recomendaria. Fica aqui esclarecido que os que estão mais abaixo não são ruins, muito pelo contrário, são meus preferidos também, só que em grau diferente. 

Um Porto Seguro foi lido muito recentemente, então tá fresca na minha memória e posso falar bastante sobre ele com convicção. De todos os livros, eu achei a história que ele envolve os personagens MUITO bem contada! Não é aquele livro que você leia aos poucos pra digerir, é aquele em que você precisa de mais uma página, mais um capítulo e de repente, acabou de ler inteiro. Ele contém o maior número de páginas mas eu considero necessário pro tipo de enredo que ele desenvolve, o assunto e o tema que ele traz, essa ponte que é preciso construir entre o passado e o presente, sempre bem detalhado.

Base do livro: Relação familiar em vários sentidos (entre pai viúvo e filhos pequenos, entre marido e mulher), e claro, sempre introduzindo um romance entre o casal de protagonistas.

Porque 1° lugar? Não sei, eu tenho a impressão de que toda vez que leio um livro dele, ele vira meu preferido. Então o último lido sempre acaba sendo o meu queridinho na estante. Mas num olhar mais crítico, eu acho que houve uma evolução perceptiva e muito interessante vinda da parte do autor, um crescimento, um amadurecimento na hora de escolher o tema que serviria de base pro livro. Definitivamente, não é apenas mais um livro de romance.

Ranking de lágrimas: Chorei pouco, a sensação que te dá ao ler é mais de ansiedade, de tensão. Mas o que chorei nas raras partes compensa o livro inteiro. 

A Escolha foi o livro em que li focada em descobrir qual seria a tal escolha! Sinceramente, eu comecei a ler pensando em uma coisa e de repente, acende uma luz e (tcharan!) descobri qual é, algo totalmente nada a ver com o que sua imaginação pensou. A história vem da mesma forma como a maioria dos livros de Sparks, uma ponte que narra o que já aconteceu há muito tempo atrás dentro do que está acontecendo no exato momento com os personagens. 

Base do livro: Decisões ao longo da vida, desde as pequenas coisas até as que podem mudar seu destino por completo, não é a toa que o livro tem o nome de A Escolha. Há diversos momentos em que os personagens precisam se decidir em diversas questões pessoais, que envolvem a emoção e a razão. O livro é focado no relacionamento amoroso do casal de protagonistas, mas eu considero a sua base também em cachorros! É engraçado e fofo o modo como os cães Moby e Molly dos personagens principais se tornam importantes no decorrer da história.

Porque 2° lugar? Porque a escolha principal faz o livro valer tanto a pena, eu indicaria pra todo mundo. Se eu fosse rica, sairia distribuindo esse livro. É tocante, de arrepiar.

Ranking de lágrimas: Muito. Mas ri muito também, vai. Na Parte 1 do livro, tudo tem um gostinho divertido, aquele romance inicial cheio de provocações, brincadeiras e flerte. Na Parte 2, a verdade surge. (Ui! Morra de curiosidade e leia!)

Um Amor para Recordar é memorável. De modo geral, é uma história bem simples, o livro tem poucas páginas mas acredito que tem a medida suficiente pro enredo que ela traz. Não tem a ligação passado com presente, só o prólogo e o último capítulo que viajam pra 40 anos depois do que o livro inteiro conta. É narrada pelo protagonista e tem uns comentários bem humorados, não sei explicar, mas é como se ele contasse sua própria experiência em sua linguagem informal.

Base do livro: As diferenças extremas entre duas pessoas e o rumo que toma suas vidas, mostrando mudanças no comportamento, na maneira de pensar, nos hábitos, nos sonhos, nas vontades e nas crenças. A  é introduzida e questionada em vários momentos, e serve como uma porta de entrada pra questão religiosa.

Porque 3° lugar? Porque é uma história simples, pra todas as idades, é muito fácil de ser entendida e é muito pura. Tem tudo que um romance precisa ter, é bem realista e traz a dor de forma delicada e serena. Eu sou l-o-u-c-a por essa história! :’)

 Ranking de lágrimas: Em poucas partes, mas em grande quantidade. Nas partes finais do livro, cada palavra age de forma tocante, comovente. Eu já sabia a história inteira antes mesmo de começar por causa do filme, mas mesmo assim, vale a pena ler! São pontos de vista e emoções diferentes. 

Diário de Uma Paixão é uma história famosa, principalmente por causa do filme. O livro não tem lá tantas diferenças com o filme, ainda mais pela semelhança da adaptação ao cinema, onde também se usou a narração do personagem principal descrevendo sua própria história de vida em forma de livro. O livro parece um diário mesmo, é gostoso de ler, suave e muito romântico, acredito que seja pelo tempo em que se passa, uma história de amor de dois jovens em 1946.

Base do livro: Diferenças sociais da parte dos protagonistas, que vivenciam esse romance apesar do abismo que existe entre suas posições na sociedade. Devoção ao amor e romantismo em todas as idades. 

Porque 4° lugar? Porque eu acho que o romantismo do livro é o que anda faltando nesse nosso mundo! (hahahaha) De verdade, ele conta um relacionamento antigo, que consegue sobreviver as batalhas da vida ao longo dos anos e prova que amar é algo muito fácil quando se gosta mesmo de alguém. Não importa o que aconteça, o amor é um sentimento único. (#Inspirada)  

Ranking de lágrimas: Não chorei. Não que não seja emocionante, porque ele é sim! Mas é um outro tipo de emoção que ele transmite. É mais uma carga muito forte de romantismo, a sensação que fica é de comoção pela dedicação e devoção, e prova que um relacionamento pode resistir ao longo dos anos e das dificuldades.

O Melhor de Mim é um livro que quando eu comecei a leitura, não apostava muitas fichas nele. Faltava aquela força que os livros do Sparks geralmente tinham pra continuar a ler, mas nada me prendia a ele. Só que aos poucos a história foi ficando curiosa e perto do final ele te eletriza, você precisa ler e é impossível parar. Eu achei ele diferente de todos os outros porque aprofunda um tema interessante (que eu não posso falar muito senão entrego o livro!), além de resgatar uma história de amor adolescente que foi impedida de ser vivida 25 anos depois.

Porque 5° lugar? Eu amei O Melhor de Mim. O final é tão alucinante, você sente que todo o livro é um quebra cabeças e o acontecimento final é a última peça que faltava. Fiquei correndo atrás de todo mundo, pedindo pra contar o livro que tinha acabado de ler. Precisava compartilhar!

Base do livro: O primeiro amor da vida de uma pessoa, todo aquele sentimento sendo descoberto a dois, todos os medos e os sonhos da mente de dois adolescentes apaixonados. Por terem destinos diferentes eles se separam, mas muitos anos depois se deparam com a oportunidade de reviver e organizar tudo aquilo que não foi esclarecido na época. Há escolhas a serem feitas que acarretam a muitas consequências. É como uma segunda chance, misturada a muitas, mas muitas ações do destino.

Ranking de lágrimas: Pouco, só no final. O que me emocionou nem foi tanto o relacionamento dos dois, mas sim, a forma como esse sentimento sobreviveu depois dos acontecimentos finais. Prova que existem várias maneiras de continuar amando uma pessoa, independente de onde ela esteja.

A Última Música foi o segundo livro que eu li do Nicholas Sparks, e como já faz um tempinho, não tenho uma memória fresca pra opinar muito profundamente. Ela é contada no presente, sem ligações com um passado distante, e tem característica adolescente, ou seja, eu acredito que Nicholas o escreveu pensando nesse tipo de público. A história foi adaptada para o cinema, eu me esforcei (muito) e consegui ver o filme só depois de ter lido, e o que eu posso dizer é que eles não são iguais, é interessante ler e assistir depois. Como sempre, nenhuma adaptação vai mudar drasticamente, a base sempre vai ser a mesma, mas muitos detalhes não são mostrados no filme, e muitas cenas nem existiram no livro. Eu amo essa história. Muito mesmo, e me incentivou a ser uma viciada em Nicholas Sparks.  

Base do livro: A relação familiar (pai e filha). O drama inicial é a raiva que a filha sente dele, acreditando em várias teorias que o motivou a se afastar da família. A história trabalha bem em cima desse relacionamento, que pouco a pouco ganha espaço e sentimento. Há também o enredo de romance, de um jeito mais clichê adolescente pelo fato da protagonista ter 17 anos, só que com pontos na história que traz um amadurecimento a todos os personagens. Outra importante questão trabalhada é a música, que serve como ponte eterna para o sentimento de amor que se forma na história. 

Porque 6° lugar? Ele tá na parte mais baixa da lista, só que não signifique que esteja entre os piores. A diferença entre ele e todos os demais livros é o universo em que ele se desenvolve, e mesmo trabalhando com personagens adultos e adolescentes, é possível transmitir a mensagem da história de uma maneira única, sem ser pesada e carregada, mas também sem infantilidade. A história em si é uma das mais bonitas. 

Ranking de lágrimas: Chorei muito. O que esse livro traz de emoção é algo incalculável, é uma história linda, de arrepiar. É um aprendizado imenso pra qualquer idade.

Querido John foi o primeiro livro que comprei do Nicholas Sparks, não esqueço. Um Amor para Recordar (na época, ainda não tinha vindo o livro pra cá!) era um dos meus filmes preferidos e como eu sabia que era inspirado em livro desse autor, comprei na hora quando vi. E óbvio que era uma ótima história, senão eu não teria virado uma fã de todos os livros como hoje. Querido John, ao meu ponto de vista, é realista. É uma história que soa natural, sem precisar de muito pra ser apaixonante. Teve sua adaptação para cinema, que eu achei ser a mais diferente de todas do seu livro original, muitos detalhes e muita coisa importante foram modificados, então ambos não ficam previsíveis. 

Base da história: Muita coisa pra falar, mas vamos lá! Primeiro, o trazum assunto e uma atmosfera que eu amo: soldados do exército. O personagem principal, John, cumpre seu dever militar e ao mesmo tempo, luta pra manter um relacionamento a distância com uma garota que conheceu durante o verão. Mas não é apenas de amor que os relacionamentos precisam para sobreviver, e em meio as batalhas da guerra e as batalhas do distanciamento, toda a história do livro é um desafio que exige do casal de protagonista não só o sentimento pra manter a história deles viva, mas também a coragem, a confiança, o perdão e o destino. Há também um enredo sobre relação familiar entre pai e filho que se tornaram distantes, e sobre o autismo

Porque 7° lugar? Eu sou apaixonada por esse livro, e pelo filme! Talvez ele seja um dos meus preferidos e suba na minha escala depois que eu tiver esquecido um pouco dos recentes que li. Eu amo a história porque Sparks conseguiu retratar a vida de um soldado tão bem, tudo o que ele escreve quando o personagem decide se alistar, quando ele se despede e deixa tudo pra trás. É uma realidade retratada que deixa um aperto em quem o lê, eu comecei a torcer e sofrer todas as dificuldades enfrentadas pelo romance dos personagens.

Ranking de lágrimas: Razoavelmente. Há uma comoção muito grande porque em vários momentos do livro, os personagens enfrentam dilemas e precisam tomar grandes decisões, e além disso, precisam estar prontos para as consequências também. O que emociona é abrir mão das coisas que se ama para fazer o que é certo. O livro traz exatamente essa lição.

Um Homem de Sorte é outro livro que tenho um enorme carinho, e deixei pra falar dele mais pro final pra abrir uma ligação com Querido John. A história é contada em tempo real, sem pontos em que volta ao passado, e de modo geral, ele serve como uma esperança, como se desse um suporte a quem lê, como se despertasse a sorte escondida. Um dos livros com maior quantidade de páginas, e é preciso pois a quantidade de informação é imensa. Sua adaptação pro cinema ficou lindíssima, bem fiel a obra original, e com alguns pequenos detalhes interessantes que o diferenciam.

Base da história: Sorte. Vou começar a base do livro falando sobre o destino e todas essas ações que acontecem com o personagem, que é motivado a buscar algo que nem ele mesmo sabe o que é. A lição fica por conta da mensagem de que existe algo destinado a nós, que temos que buscar esse caminho, não importa se você não consegue definir bem o que é, o que importa é que existe. Mais uma vez, o tema que baseia esse livro é soldados do exército. Só que não da maneira mais presente na vida do personagem, e sim, pelo o que ele traz da guerra, a lembrança, os vestígios que ficaram no consciente. Relacionamentos familiares, todos os seus conflitos e apoios. E por fim, cachorro! Nicholas Sparks mais uma vez traz, de forma muito interessante e fofa, os cães na sua história. Ele retrata bem o relação entre o homem e o animal, o companheirismo e a lealdade que se pode estabelecer. Vou confessar que emociona, cativa, surpreende.

Porque 8° lugar? Eu queria deixar esse livro mais próximo a Querido John pra comentar de forma mais comparativa, mas não digo que foi o penúltimo da lista. A escala é mais uma lista de preferidos mesmo. Eu gosto do modo em que o assunto da guerra foi trazida a história, de forma natural, sem agredir, mas mostrando a cicatriz de quem se alista no exército. O cotidiano dos outros personagens dá uma equilibrada, e apesar de todo o drama em questão, eu gostei da pureza com uma criança e com um cão na história, trouxe um ar mais leve. 

Ranking de lágrimas: Dá pra chorar, sim! Existem algumas coincidências que contém carga emocional no desenvolver da história, mas o principal a levar as lágrimas é mais a história e as lembranças das dificuldades da guerra que fica em um soldado. Embora seja um assunto maduro pra se tratar (traumas da permanência no exército), eu gosto do diálogo fácil, divertido e bem humorado nos personagens, que ajuda a quebrar o drama.

O Milagre foi comprado com uma expectativa muito grande, talvez foi até isso que aconteceu. Mas enfim, foi o ÚNICO livro do Nicholas Sparks que eu não consegui terminar. (#chateada) Eu juro, juro, tentei ler esse livro 5 vezes, mas sempre parei e desistia. Não estou dizendo que é ruim, eu nem posso te afirmar nada pois não finalizei. Pelo começo, até mais ou menos o meio, eu posso falar: Não sei, não entendi aonde o autor quer chegar falando de um assunto que não prendeu tão bem o público. É um livro que você corre lendo, passa o olho rápido até por desespero, chegou a ser entendiante e eu me decepcionei. Me apavorei com a possibilidade de todos os livros seguirem o mesmo estilo, mas não aconteceu. (Ufa!)

Base da história: Até onde eu fui, a coisa estava numa atmosfera mais misteriosa, envolvendo até fantasmas, coisas do passado, visitas a cemitérios e muita pesquisa pra resolver um mistério que e não entendi direito. O casal principal não é de apaixonar, é bem monótono comparado aos demais livros. 

Ranking de lágrimas: Nenhuma. Até onde eu li. Mas de acordo com algumas pesquisas que fiz de opinião de outras pessoas, o finalzinho dele surpreende e tem aquela choradeira a La Nicholas Sparks. (Será?)

Quando eu finalmente ler os 3 novos que faltam, vou atualizar a escala e faço uns comentários também! 

E aí? Já leram alguns desses? O que acharam? COMENTA AÍ!

:*

Oi!

Não sei porque escolhi Dezembro pra começar esse blog, talvez seja esse clima natalino cheio de comemorações e festinhas, com um ar meio de despedida e confraternização. Enfim, na verdade MESMO, eu estou tentando começar um blog novo desde Novembro e todos os meus planos deram errado. Tentei criar no Wordpress, foi uma loucura até decidir o nome e finalmente estar disponível, e por fim não consegui mexer naquele site, muito difícil. Parecia mais fácil quando eu tinha um blog lá há uns 5 anos atrás. Depois tentei no Blogspot, e me irritei mais ainda pra escolher um nome, depois um layout e acabou tendo o mesmo fim que a primeira tentativa. E cá estou no adorável Tumblr. ;)

O que eu quero fazer nesse blog?

Eu quero ter um blog. Não um Tumblr. Embora eu pretenda falar de coisas pessoais aqui, meu tumblr é estranho, tem textos e coisas aleatórias que não dá pra entender muito bem, melhor deixar minha esquisitice pra lá como está, separar as coisas. Aqui, eu quero compartilhar coisas legais do dia, coisas que a gente gosta e principalmente, coisas que a gente passa a amar. E conto com TODOS vocês pra dar certo! Quero muitas opiniões, muitas ideias, blá blá blá e etc…

Bem vindos!

Hello, December.

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